Fechamento de Mercado — 02/07/2026

Ibovespa sobe 0,64% a 172.788 pts com payroll fraco nos EUA; leilão do Tesouro dispara a curva DI e Goldman lidera a compra no índice e no WIN.

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Fechamento

Fechamento de Mercado — 02/07/2026

01/07/2026 · Payroll fraco embala a manhã, leilão do Tesouro cobra pedágio na curva à tarde

O payroll americano de junho veio à metade do esperado e destravou a manhã do Ibovespa, que chegou a rondar os 174 mil pontos na máxima. À tarde, um leilão robusto de prefixados do Tesouro fez os juros futuros dispararem e o índice devolveu o grosso do ganho, fechando a 172.787,63 pts (+0,64%). O pregão terminou com energia elétrica na ponta de cima, proteção cara no mercado de opções e Goldman como maior comprador líquido tanto na cesta do índice quanto no mini-índice.

Ibovespa
172.788
+0,64% · +1.099 pts
USD/BRL (ptax)
5,1945
−0,01% · WDO ago 5.245
DI jan/30
14,48%
+16 bps no dia
S&P 500
7.481
−0,02% · Dow +1,14%
Nasdaq 100
29.329
−1,61%
VIX
16,15
−2,65%
Brent
US$ 71,59
+0,01%
Minério (Dalian)
737
−1,34%

Resumo do dia

O gatilho do pregão veio às 09:30: a economia americana criou 57 mil vagas em junho (consenso de 114 mil; 129 mil em maio), com desemprego caindo a 4,2% — leitura que reduziu as apostas de aperto adicional do Fed e enfraqueceu o dólar no mundo. O Ibovespa abriu em alta firme e rondou os 174 mil pontos no meio da manhã — no mini-índice, a máxima do dia foi 177.055 pts por volta das 10h40 — com a Europa amplificando o tom (DAX +2,16%).

A tarde cobrou pedágio doméstico: o Tesouro levou a leilão lotes robustos de prefixados e a curva DI abriu de 14 a 17 bps do miolo para a ponta longa (jan/28 +14 bps, a 14,23%; jan/30 +16 bps, a 14,48%). Com o juro pressionado, o índice devolveu quase todo o ganho da manhã e fechou a 172.787,63 pts (+0,64%, +1.099 pts); o WINQ26 encerrou a 175.175 pts (+0,37%), tendo trabalhado entre 173.910 e 177.055. O dólar ptax marcou R$ 5,1945 (−0,01%) e o WDO de agosto fechou a 5.245 (+0,07%) — o real não aproveitou a fraqueza global do dólar, sinal de que a agenda fiscal local dominou a precificação da tarde. O giro ficou concentrado nos blue chips: VALE3 movimentou R$ 1,34 bi e PETR4, R$ 830 mi.

Destaques da bolsa

Maiores altas

GGPS3
+6,78%
JSLG3
+4,79%
PLPL3
+4,36%
HBOR3
+3,67%
PCAR3
+3,49%
ECOR3
+2,89%
VIVT3
+2,61%
ENGI11
+2,59%

Maiores baixas

VVEO3
−10,00%
PMAM3
−8,00%
MBRF3
−6,22%
DASA3
−5,38%
HBSA3
−5,21%
CVCB3
−4,38%
MGLU3
−4,06%
NATU3
−3,96%

GGPS3 liderou as altas com giro 1,6× acima da média — companhia também apareceu entre os maiores volumes relativos do dia. Na outra ponta, VVEO3 despencou 10% com AVAT de 2,1× e amplitude de 9,5% (o aluguel do papel encareceu forte na véspera — ver derivativos), e MBRF3 caiu 6,22% num pregão de R$ 129,5 mi, sendo o papel que mais tirou pontos do Ibovespa. O bloco sensível a juros sofreu com a abertura da curva à tarde: MGLU3 −4,06% (amplitude de 8%) e CVCB3 −4,38%. NATU3 cedeu 3,96% durante o pregão — e o anúncio de recompra saiu depois do sino (ver fatos).

Maiores volumes financeiros

VALE3
R$ 1,34 bi
PETR4
R$ 830 mi
ITUB4
R$ 639 mi
BBAS3
R$ 580 mi
BPAC11
R$ 565 mi
B3SA3
R$ 534 mi

Volume relativo (AVAT) — quem girou acima da própria média

TickerAVATVar. diaVolume
MILS32,65×+0,52%R$ 46,7 mi
VVEO32,09×−10,00%R$ 3,2 mi
TASA41,83×−3,25%R$ 3,1 mi
RECV31,76×−2,34%R$ 44,2 mi
CXSE31,74×+1,61%R$ 161,0 mi
GGPS31,59×+6,78%R$ 68,5 mi

Destaque para CXSE3: 1,7× o volume habitual na ação num dia em que o mercado de opções do papel girou 21× a média — leitura cruzada na seção de derivativos. Entre os líquidos, BBAS3 (+1,32%) rodou com AVAT de 1,25 — giro acima do normal num banco público em dia de curva abrindo.

Setorial & atribuição do índice

Os índices de segmento da B3 fecharam todos no campo positivo, com Energia Elétrica (IEEX +1,01%) na liderança — EQTL3 +1,7% e ENGI11 +2,61% puxaram o bloco — seguida de Financeiro e Utilidade Pública. Consumo e Industrial fecharam apenas no zero-a-zero, coerente com o aperto da curva de juros na tarde. Small caps (+0,46%) andaram menos que o Ibovespa.

Energia Elétrica (IEEX)+1,01%
Financeiro (IFNC)+0,78%
Utilidade Pública (UTIL)+0,70%
Materiais Básicos (IMAT)+0,67%
Imobiliário (IMOB)+0,66%
Dividendos (IDIV)+0,64%
Small Caps (SMLL)+0,46%
Industrial (INDX)+0,28%
Consumo (ICON)+0,25%

Quem moveu o Ibovespa (pontos no dia)

PETR3
+85,3 pts
B3SA3
+75,5 pts
VALE3
+68,7 pts
EMBJ3
+63,0 pts
BBAS3
+55,2 pts
EQTL3
+50,3 pts
BPAC11
+46,4 pts
BRAV3
−20,0 pts
NATU3
−21,7 pts
MBRF3
−58,1 pts

A sustentação do dia veio de petróleo e bancos: PETR3 somou 85,3 pts ao índice, B3SA3 outros 75,5 pts e VALE3 — mesmo subindo só 0,15% — contribuiu com 68,7 pts pelo peso de 11,55% na carteira. Na contramão, MBRF3 sozinha subtraiu 58,1 pts; NATU3 e BRAV3 tiraram cerca de 20 pts cada.

Fluxo — quem comprou e quem vendeu

Corretoras nos papéis do Ibovespa (saldo líquido do dia)

Goldman
+R$ 275,2 mi
Morgan
+R$ 90,3 mi
Santander
+R$ 62,1 mi
BGC
+R$ 45,3 mi
Ideal
+R$ 42,1 mi
XP
−R$ 59,7 mi
Itaú
−R$ 71,3 mi
Safra
−R$ 81,7 mi
Merrill
−R$ 105,4 mi
JP Morgan
−R$ 120,5 mi

Goldman terminou o dia como maior comprador líquido da cesta do Ibovespa (+R$ 275,2 mi, distribuídos por 39 papéis), com folga sobre Morgan (+R$ 90,3 mi) e Santander (+R$ 62,1 mi). Do outro lado, JP Morgan (−R$ 120,5 mi), Merrill (−R$ 105,4 mi) e Safra (−R$ 81,7 mi) lideraram a ponta vendedora — fluxo que passou pelas mesas, sem implicar tese própria das casas. No papel a papel, Goldman foi o maior comprador de ITUB4 (+2,55 mi de ações) e BBAS3 (+4,08 mi), Morgan concentrou compra em BPAC11 (+R$ 134,3 mi líquidos) e Citigroup apareceu como maior vendedor de PETR4 (−1,84 mi de ações).

Estrangeiro, institucional e PF — consolidado B3 até 30/06

Estrangeiro · junho
−R$ 7,79 bi
saldo do mês no secundário
Pessoa física · junho
+R$ 3,16 bi
maior ponta compradora
Inst. financeiras · junho
+R$ 2,37 bi
Institucionais · junho
+R$ 1,79 bi
Estrangeiro · 30/06
+R$ 302,1 mi
2º dia seguido comprador

A B3 divulga o fluxo por participante com defasagem — os primeiros pregões de julho ainda não estão consolidados. Junho fechou com saída estrangeira de R$ 7,79 bi, absorvida por pessoa física, instituições financeiras e institucionais; na margem, porém, o gringo voltou às compras nos dois últimos pregões do mês (+R$ 666,5 mi em 29/06 e +R$ 302,1 mi em 30/06).

Volume incomum no dia (vs mediana de 60 pregões)

TickerLadoCorretoraQtde hojeMediana 60dRazão
BBAS3vendaBTG13,09 mi4,23 mi3,1×
BPAC11compraMorgan4,50 mi1,88 mi2,4×
EQTL3compraBTG4,59 mi2,14 mi2,2×
B3SA3vendaBTG15,17 mi8,52 mi1,8×
WEGE3compraBTG2,34 mi1,42 mi1,7×

O radar acima sinaliza volume elevado, não direção: BTG girou 3,1× a mediana na ponta vendedora de BBAS3 num dia em que o papel subiu 1,32% — giro a confirmar nos próximos pregões.

Futuros & derivativos

Mini-índice (WINQ26) — posição líquida dos players

PlayerNet (ctr)Breakeven (pts)P&L aberto
Goldman+16.580174.577+R$ 1,98 mi
Morgan+10.083177.226−R$ 4,14 mi
UBS−14.033175.191+R$ 44,8 mil
Ágora−12.678173.672−R$ 3,81 mi
Ideal−11.408174.423−R$ 1,72 mi

O mini girou 17,1 mi de contratos. Goldman acumulou compra desde a abertura e segurou +16.580 contratos até o fim, com breakeven em 174.577 — posição encerrando o dia no lucro (+R$ 1,98 mi). Morgan também fechou comprado (+10.083), mas com custo médio em 177.226, carrega −R$ 4,14 mi em aberto. Na ponta vendida, UBS (−14.033), Ágora (−12.678) e Ideal (−11.408): a Ideal abriu o dia comprada, inverteu no meio da manhã e foi o player mais alinhado ao preço (correlação fluxo×preço de 0,57). No WDO, BTG (+33.621 ctr) e XP (+28.090 ctr) compraram contra UBS (−29.247 ctr), Morgan (−22.811 ctr) e CM Capital (−22.361 ctr).

19.472-36.627176.125174.640
GoldmanUBSIdealWIN (eixo →)contratos · WIN no eixo direito · pregão de 02/07 · saldo acumulado por player

Curva DI — abertura generalizada após o leilão

1514
Hoje (02/07)Véspera (01/07)% a.a. · vencimentos jan/27 → jan/36

O jan/27 ficou quase parado (+1,5 bp, a 14,035%), ancorado na Selic de 14,25% — o Copom cortou 25 bps em 17/06, em decisão unânime e sem viés, e volta a decidir em 5 de agosto. Já do jan/28 (+14 bps, 14,23%) ao jan/33 (+14,5 bps, 14,505%) a curva abriu em bloco depois do leilão robusto de prefixados — o prêmio fiscal foi recolocado na parte intermediária. O Focus de 26/06 projeta Selic a 14,00% no fim de 2026 (mediana que subiu de 13,50% para 14,00% ao longo de junho), IPCA a 5,33% e câmbio a R$ 5,20.

Opções — proteção cara

2,16
Put/Call por volume (hoje)

percentil 81,7 de 120 pregões

0,95
Put/Call por OI

percentil 59,2 — livro equilibrado

Giraram R$ 1,96 bi em puts contra R$ 909 mi em calls — put/call de volume em 2,16, no percentil 81,7 dos últimos 120 pregões: o hedge segue caro e demandado, ainda que o livro de posições (PCR de OI em 0,95) esteja equilibrado. Nos nomes: CXSE3 girou 21× a média de 21 dias em opções, com PCR de 29,7 e OI de puts +157% na véspera (base 01/07); BBDC3 fez 20,8× a média e CMIG4, 2,8× com PCR de 26,7. No aluguel (base 01/07), NATU3 pagou taxa de 75,8% a.a. (+15,2 p.p. em um dia) e VVEO3 subiu a 15,2% a.a. (+12,6 p.p.) — short caro exatamente nos dois nomes que lideraram as quedas de hoje.

Internacional & câmbio

Praça / ativoNívelVar. diaSessão
Dow Jones52.900+1,14%fechou hoje
S&P 5007.481−0,02%fechou hoje
Nasdaq 10029.329−1,61%fechou hoje
VIX16,15−2,65%fechou hoje
DAX (Alemanha)25.581+2,16%fechou hoje
FTSE 100 (Londres)10.677+1,93%fechou hoje
CAC 40 (Paris)8.471+1,57%fechou hoje
Nikkei 225 (Japão)68.214−1,90%fechou hoje · pré-payroll
CSI 300 (China)4.812−2,96%fechou hoje · pré-payroll
Treasury 10 anos4,49%estávelhoje
ADR Petrobras (PBR)US$ 16,16+1,05%fechou hoje
ADR Vale (VALE)US$ 15,04+0,94%fechou hoje
ADR Gerdau (GGB)US$ 4,08+1,55%fechou hoje
ADR Azul (AZUL)US$ 9,20−6,41%fechou hoje

Sessão de rotação nos EUA: o payroll fraco derrubou a expectativa de aperto do Fed e beneficiou os cíclicos do Dow (+1,14%), enquanto o Nasdaq 100 caiu 1,61% com realização em tech; o S&P 500 fechou na estabilidade e o VIX cedeu a 16,15. A Europa — que negociou o dia inteiro sob o efeito do dado — fechou forte (DAX +2,16%, FTSE +1,93%). A Ásia encerrou antes do payroll e ficou no vermelho (CSI 300 −2,96%, Nikkei −1,90%). Entre os ADRs, GGB +1,55% no dia em que a Fitch elevou a perspectiva do rating da Gerdau para positiva; AZUL despencou 6,41%.

Câmbio — dólar contra os pares do real

ParCotaçãoVar. dia
USD/BRL (ptax)5,1945−0,01%
USD/MXN (México)17,48−0,43%
USD/CLP (Chile)925,42−0,05%
USD/ZAR (Áfr. do Sul)16,27−0,89%
USD/COP (Colômbia)3.363−1,97%
USD/CNH (China)6,7872−0,12%
USD/TRY (Turquia)46,72+0,12%
EUR/USD1,1434+0,49%
USD/JPY161,13−0,91%

Var. negativa no par USD/moeda = moeda local valorizando. O dólar cedeu contra quase todo o bloco emergente (peso colombiano −1,97%, rand −0,89%, peso mexicano −0,43%) e contra euro e iene — e o real, medido pela ptax, ficou de fora da festa (−0,01%): a abertura da curva local consumiu o vento externo favorável.

Commodities

Ouro
US$ 4.122
estável no dia
Prata
US$ 60,91
+2,99%
Cobre
US$ 13.283
−0,36%
Níquel
US$ 16.303
−0,44%
Minério (Dalian)
737
−1,34%
Brent
US$ 71,59
+0,01%
WTI
US$ 68,46
−0,18%

Metálicas mistas: a prata saltou 2,99% com o dólar fraco e o ouro segurou o patamar de US$ 4.122, enquanto cobre (−0,36%) e níquel (−0,44%) cederam. O minério de ferro em Dalian caiu 1,34% — pano de fundo que limitou VALE3 a +0,15% mesmo em dia de índice positivo e de ADR (+0,94%) firme. No petróleo, Brent estável a US$ 71,59 e WTI a US$ 68,46, com o Estreito de Ormuz de volta ao noticiário (governos europeus dão como inevitáveis as taxas de passagem) — pano de fundo que manteve as petroleiras entre os motores do índice: PETR3 e UGPA3 somaram juntas ~128 pts na atribuição do dia. Soja sem cotação consolidada na base nesta edição.

Fatos & notícias que moveram o dia

Fatos relevantes e comunicados (CVM)

  • NATU3 — Conselho aprova novo programa de recompra de ações 2026 (18:16, após o fechamento; o papel caiu 3,96% no pregão).
  • DASA3 — 23ª emissão de debêntures, R$ 700 mi (aviso ao mercado às 18:13; ação fechou a −5,38%).
  • BRSR6 — Banrisul formaliza renegociação do contrato de folha de pagamento do Estado do RS (18:11).
  • PTBL3 — PBG autoriza potencial alienação dos ativos da unidade Pointer (17:02).
  • PMAM3 — Paranapanema: prorrogação de prazo em acordo de liquidação (18:18); papel caiu 8% no dia.

Manchetes

  • 09:30 — Payroll de junho: +57 mil vagas (consenso 114 mil); desemprego cai a 4,2%; salário médio +0,3% m/m.
  • 11:08 · Reuters — Ibovespa flerta com 174 mil pontos após criação de empregos nos EUA desacelerar e reduzir apostas sobre juros do Fed.
  • 16:23 · Folha — Tesouro faz leilão de prefixados em lotes robustos e juros futuros disparam.
  • 17:43 · Folha — Tarifaço EUA–Brasil esquenta o noticiário político: bate-boca entre Planalto e oposição sobre a tarifa de 25% em véspera de decisão do USTR.
  • 14:24 · Reuters — Fitch revisa perspectiva do rating da Gerdau de estável para positiva; nota BBB mantida.
  • 11:11 · Financial Juice — Principais nações europeias aceitam que taxas no Estreito de Ormuz são inevitáveis.
  • 16:28 · Agência Brasil — Durigan: maior risco da reforma tributária é rever o acordo político.

Fechamento & radar

O que importou hoje:
  • Payroll fraco nos EUA (+57 mil vagas) deu o tom da manhã, enfraqueceu o dólar no mundo e levou o Ibovespa a rondar os 174 mil pontos.
  • O leilão robusto de prefixados do Tesouro reabriu o prêmio fiscal: curva DI +14 a +17 bps do jan/28 em diante, e o índice devolveu o grosso do ganho — fechou a 172.787,63 pts (+0,64%).
  • Leitura defensiva por baixo da superfície: put/call de volume no percentil 82, gringo ainda negativo em R$ 7,79 bi no consolidado de junho — mas Goldman fechou o dia comprado no índice (+R$ 275 mi) e no mini (+16.580 ctr).

Radar — próximos dias

DataHora (BRT)EventoRelevância
03/0709:00BR — Produção Industrial (mai)alta
03/0710:00BR — PMI Composto e Serviços (jun)média
03/0715:00BR — Balança Comercial (jun)alta
03/07EUA — mercados fechados (feriado do 4 de Julho observado)
03/07SMTO — AGO São Martinho
06/0708:25BR — Boletim Focus (semanal)média
06/0711:00EUA — ISM Serviços (jun)alta
07/07SEQL — resultado 1T26 e AGO Sequoia
08/0709:00BR — Vendas no Varejo (mai)alta
05/08BR — Copom decide a Selic (hoje em 14,25%)alta

Amanhã o Brasil assume o protagonismo da agenda — produção industrial de maio, PMIs de junho e balança comercial — num pregão que tende a operar com liquidez externa reduzida pelo feriado americano. Na semana que vem, Focus na segunda e varejo de maio na quarta recalibram a discussão de atividade × Selic que a curva reprecificou hoje.