Fechamento de Mercado — 01/07/2026
Ibovespa cai 0,19% a 171,7 mil pts com elétricas e tech global pesando; bancos seguram, dólar vai a R$ 5,195 e curva DI abre à espera do payroll.
Fechamento de Mercado — 01/07/2026
Resumo do dia
O Ibovespa encerrou o primeiro pregão de julho — e do segundo semestre — em leve queda de −0,19%, aos 171.688,62 pontos, segurando-se muito melhor que os pares globais num dia de realização em tecnologia (Nasdaq 100 −1,54%, Nikkei −1,95%) e de dólar forte no mundo.
O dia se desenhou em três atos: o mini-índice abriu em 174.005 e afundou até a mínima de 172.050 na primeira hora, acompanhando o mau humor asiático e o petróleo em queda; recuperou com força entre 10h30 e 11h30, quando o giro migrou para os bancos; e passou a tarde de lado no campo levemente negativo, fechando o mini em 174.530 (−0,03% ante o fechamento anterior, uma recuperação de ~2.480 pontos desde o vale). No à vista, ITUB4 (+0,66%) e SBSP3 (+0,94%) seguraram o índice contra o tombo das elétricas.
No câmbio, o dólar PTAX subiu +0,36%, a R$ 5,1950 — em linha com a depreciação dos emergentes (peso mexicano −0,40%, rúpia −0,92% contra o dólar). O contrato de mini-dólar de agosto fechou a 5.241,5 pontos (+0,82%). Na renda fixa, a curva de DI abriu de ponta a ponta: +2 bps no jan/27, +7,5 bps no jan/28 e 11 a 13 bps do jan/29 em diante — pressão que conversa com o Treasury de 10 anos voltando a 4,48% e com a fala da Fazenda de que a projeção oficial de inflação de 2026 deve subir para acima de 4,5% com o El Niño. O giro à vista ficou concentrado nos blue chips: seis papéis negociaram mais de meio bilhão de reais cada.
Destaques da bolsa
Maiores altas
Maiores baixas
Na ponta compradora, AZEV4 liderou com +11,66% — mas com giro de só R$ 2 mi, alta de pouca liquidez. Mais representativas: SEER3 (+6,21%) e RAIZ4 (+5,26%, a R$ 0,40, com volume 3,3× a média) — no fim do dia, já após o fechamento, o Conselho Fiscal da Raízen publicou parecer favorável às demonstrações financeiras, detalhando a adesão de credores à recuperação extrajudicial. HAPV3 (+3,33%) e LIGT3 (+3,03%) completaram o bloco. Na ponta vendedora, AMER3 despencou 12,24% com amplitude de 12,5% e volume 2,4× a média, sem fato novo no dia dentro do nosso corte; ONCO3 caiu 9,76% (amplitude de 20,7%!) depois que a derrota dos minoritários na CVM liberou o maior acionista individual da obrigação de OPA; EGIE3 (−5,83%, giro 1,9× a média) puxou as elétricas; e o consumo cíclico sofreu com a curva de juros abrindo — MGLU3 −4,91% e AZZA3 −4,87%. BEEF3 (−4,85%) e BRAV3 (−4,51%, dia de petróleo fraco) completam a lista.
Maiores volumes (R$)
AVAT — giro vs média (×)
O board de AVAT conta a história paralela do dia: CXSE3 girou 5,8× a média (R$ 481 mi — patamar de blue chip para o papel) fechando em alta de +0,76%, enquanto BBSE3, do mesmo setor de seguridade, girou 2× a média caindo 2,58% — um contraste de fluxo dentro do mesmo segmento que detalhamos na seção de fluxo. Nas pontas de amplitude do pregão, AZEV4 (22,0%) e ONCO3 (20,7%) tiveram os ranges intradiários mais largos entre os destaques.
Setorial & atribuição do índice
Pelo recorte dos índices setoriais da B3 no fechamento de hoje, só Materiais fechou no verde (IMAT +0,72%), carregado por papel & celulose (SUZB3 +2,11%, KLBN11 +1,08%) e pelo minério +1,7% em Dalian sustentando VALE3 (+0,12%). Na outra ponta, o epicentro da baixa foi energia elétrica (IEEX −0,97%): EGIE3 −6,14% no peso do índice, ENEV3 −1,76% e AXIA3 −0,75%. Consumo (−0,38%) refletiu o dia ruim do varejo com juros abrindo.
Quem empurrou o IBOV (pontos)
Quem derrubou o IBOV (pontos)
A atribuição mostra um índice salvo pelo Itaú: ITUB4 sozinho somou +101,7 pontos — mais que o dobro do segundo colocado — no dia em que o banco comunicou a vitória na licitação da folha de pagamentos de Minas Gerais (contrato de R$ 2,188 bi, comunicado publicado após o fechamento). Saneamento (SBSP3 +43,4 pts, CSMG3 +31,3 pts, esta +2,02% no dia) foi o segundo pilar. Do lado vendedor, a dobradinha industrial-elétrica (WEGE3 −69,5, ENEV3 −64,7, AXIA3 −63,6, EGIE3 −55,0) respondeu por cerca de 250 pontos negativos — mais do que a queda total do índice.
Fluxo — quem comprou, quem vendeu
O saldo por categoria da B3 divulga com defasagem: a leitura mais recente é do pregão de 29/06 — 30/06 e o dia de hoje ainda não consolidados. Nela, o estrangeiro voltou a comprar (+R$ 666,5 mi no dia, primeiro saldo positivo relevante após semanas de saída), contra venda pesada do institucional local (−R$ 767,0 mi):
No acumulado de junho fechado em 29/06, porém, o quadro segue o mesmo do semestre: estrangeiro −R$ 8,09 bi no mês, absorvido por institucional (+R$ 2,64 bi), pessoa física (+R$ 2,84 bi) e instituições financeiras (+R$ 2,20 bi). No câmbio, o fluxo cambial semanal divulgado hoje pelo BCB veio negativo em US$ 1,03 bi — coerente com o dólar pressionado.
Corretoras no IBOV hoje (saldo líquido na cesta, ao vivo)
O desenho do dia na cesta do IBOV foi claro: casas locais/varejo na ponta compradora (Ágora +R$ 192 mi, XP +R$ 159 mi, Itaú +R$ 69 mi) contra fluxo líquido vendedor passando pelos bancos estrangeiros — JP Morgan −R$ 180 mi, Merrill −R$ 111 mi e Morgan −R$ 104 mi, este vendedor em 40 dos 78 ativos que operou. Vale o registro de sempre: o lado dessas mesas reflete o fluxo de clientes que passa por elas, e oscila muito entre pregões.
Fluxo anômalo do dia (volume vs padrão de 60 pregões)
| Papel | Lado | Corretora | Volume vs P50 | Var. do papel |
|---|---|---|---|---|
| CXSE3 | compra | XP | 8,75× | +0,56% |
| NATU3 | compra | Morgan | 7,06× | −1,26% |
| BBSE3 | venda | UBS | 3,09× | −2,63% |
| BBDC4 | venda | XP | 2,21× | +0,28% |
| B3SA3 | venda | BTG | 1,91× | −0,76% |
| EQTL3 | venda | BTG | 1,79× | −0,44% |
Dois nomes concentram a anomalia: CXSE3, com a XP comprando quase 9× o volume que costuma operar no papel — casando com o AVAT de 5,8× e a alta contra o mercado —, e NATU3, com a Morgan girando 7× o padrão num papel que caiu 1,26% com giro 2,6× a média (no consolidado de 30/06, a taxa de aluguel de NATU3 já havia saltado de 0,37% para 0,61% a.a.). Do lado vendedor, o volume atípico da UBS em BBSE3 acompanhou a queda de 2,63% do papel. Anomalia aqui sinaliza volume incomum, não direção garantida — mas o contraste CXSE3 comprada × BBSE3 vendida dentro do mesmo setor de seguridade foi o padrão mais nítido do pregão.
Futuros & derivativos
No mini-índice (WINQ26, 15,7 mi de contratos no dia), o placar líquido do pregão terminou com a XP na ponta vendedora — acumulou posição vendida da metade da manhã em diante e segurou até o fim (pico de −33,2 mil contratos às 15h27, fechando em −30,7 mil, com breakeven em 174.516) — contra Morgan comprador (+26,9 mil, posição montada à tarde com pico às 17h04). No mini-dólar (WDOQ26), XP e BTG compradores fortes contra Tullett e Morgan vendedores, num dia em que o contrato subiu 0,82%:
WIN — saldo líquido (contratos)
WDO — saldo líquido (contratos)
Detalhe que amarra os mercados: a Morgan fechou comprada no WIN e vendida no WDO — posição direcional pró-Brasil na margem —, enquanto a XP fez o espelho exato (vendida no índice, comprada no dólar). A leitura fica mais interessante lembrando que no à vista a XP foi compradora líquida de R$ 159 mi na cesta do IBOV.
Curva de juros — DI abriu no miolo e na ponta longa
A curva fechou o dia inteira acima da véspera (linha cinza): jan/27 a 14,02% (+2 bps), jan/28 a 14,09% (+7,5 bps), jan/29 a 14,23% (+11,5 bps) e vértices de 2030 em diante entre +11 e +16 bps, com o jan/31 a 14,33%. Com a Selic em 14,25% após o corte de 25 bps do COPOM de 17/06 (ciclo de "calibração", decisão unânime e sem viés), o DI de jan/27 em 14,02% embute pouquíssimo prêmio de queda adicional — e o Focus de 26/06 conta por quê: a mediana para a Selic de fim de 2026 subiu de 13,50% para 14,00% ao longo de junho, com IPCA projetado em 5,33% e câmbio em R$ 5,20. Próxima decisão: 5 de agosto.
O giro em puts foi 2,76× o de calls hoje — percentil 89 dos últimos 119 pregões. Por posições em aberto o PCR está em 0,96 (percentil 66). Leitura: forte demanda por proteção na véspera do payroll americano, sem desmonte estrutural.
Opções — atividade anômala vs média 21d
| Ativo | Vol. vs média | PCR vol. |
|---|---|---|
| ABCB4 | 6,2× | 0,11 |
| UGPA3 | 3,7× | 3,67 |
| MOVI3 | 3,5× | 29,58 |
| CMIG4 | 3,3× | 23,08 |
| B3SA3 | 3,3× | 2,15 |
| HAPV3 | 2,2× | 5,80 |
No book de opções, o dia teve ABCB4 girando 6,2× a média com PCR de 0,11 — atividade concentrada em calls num papel que caiu 6,3% na véspera —, e o oposto em CMIG4 e MOVI3, onde o volume anômalo veio quase todo de puts (PCR de 23 e 30). B3SA3, alvo de venda anômala no à vista, também girou 3,3× a média em opções.
Internacional & câmbio
| Ativo | Último | Var. dia | Sessão |
|---|---|---|---|
| S&P 500 | 7.480,82 | −0,25% | fechou hoje |
| Nasdaq 100 | 29.809,13 | −1,54% | fechou hoje |
| Dow Jones | 52.305,24 | −0,03% | fechou hoje |
| DAX (Alemanha) | 25.040,28 | +0,18% | fechou hoje |
| CAC 40 (França) | 8.339,50 | −0,77% | fechou hoje |
| FTSE 100 (Reino Unido) | 10.474,35 | −0,48% | fechou hoje |
| Nikkei 225 (Japão) | 69.533 | −1,95% | fechou hoje (madrugada BRT) |
| CSI 300 (China) | 4.958,98 | −0,41% | fechou hoje (madrugada BRT) |
| VIX | 16,59 | +0,85% | fechamento de hoje |
| Treasury 10 anos | 4,48% | em alta no dia | fechamento de hoje |
| PBR (ADR Petrobras) | US$ 15,98 | −1,32% | fechou hoje |
| VALE (ADR Vale) | US$ 14,91 | −0,86% | fechou hoje |
O primeiro pregão do semestre lá fora foi de realização em tecnologia: o Nasdaq 100 caiu 1,54% — com o noticiário do dia dominado por semicondutores e memória de IA — e contaminou a Ásia na madrugada (Nikkei −1,95%, pior índice do dia entre os grandes). O S&P 500 (−0,25%) e o Dow (−0,03%) seguraram melhor; na Europa, só o DAX escapou (+0,18%). O juro americano de 10 anos voltou a 4,48% mesmo com o ADP fraco (98 mil vagas privadas vs 118 mil esperadas) e o ISM industrial em desaceleração (53,3) — e com o GDPNow do Fed de Atlanta despencando de 2,5% para 1,2% no 2º tri. No Fed, a última decisão registrada manteve os fed funds em 3,50%–3,75% com viés de flexibilização e 4 dissensos; hoje o presidente Kevin Warsh afirmou que os riscos de inflação diminuíram, reforçando a meta de 2%.
| Moeda (vs USD) | Cotação | Var. dia* |
|---|---|---|
| Real (PTAX) | 5,1950 | +0,36% |
| Peso mexicano | 17,56 | +0,40% |
| Peso chileno | 925,6 | +0,33% |
| Rand sul-africano | 16,39 | +0,01% |
| Yuan (offshore) | 6,795 | +0,05% |
| Lira turca | 46,68 | +0,07% |
| Rúpia indiana | 95,44 | +0,92% |
| Peso colombiano | 3.393 | −1,10% |
| Euro (EUR/USD) | 1,1379 | −0,37% |
* Variação positiva = dólar mais forte contra a moeda (depreciação da moeda local); no peso colombiano, o dólar cedeu.
O dólar ganhou de quase todo o bloco emergente — rúpia (−0,92%) e peso mexicano (−0,40%) na frente, euro cedendo 0,37% —, e o real (+0,36% no dólar PTAX) andou em linha com os pares, sem estresse idiossincrático: o CDS de 5 anos do Brasil até cedeu, para 125 pontos.
Commodities
O dia foi de petróleo para baixo, minério para cima — a combinação exata que explica o setorial da B3. O Brent caiu 2,74% (US$ 71,34) mesmo com a EIA reportando queda de 3,8 mi de barris nos estoques americanos; o CEO da Petrobras disse à Reuters ver o barril estabelecido no patamar de US$ 72–75 — e a ANP informou que a produção brasileira subiu 16,9% em maio, para 4,3 mi de barris/dia, o segundo maior volume mensal da série histórica do órgão. Resultado na bolsa: PETR3 −0,50%, BRAV3 −4,51%, RAIZ4 na contramão em +5,26%. O minério (+1,70% em Dalian, a 749 yuan/t) e o níquel (+0,28%) deram o único suporte setorial do dia, com VALE3 +0,12% e siderurgia mista após o Brasil criticar as novas restrições da UE ao aço. Nas metálicas preciosas, ouro em leve realização (−0,68%) com o juro americano subindo, prata firme (+0,87%). Soja: sem cotação consolidada no corte deste fechamento.
Fatos & notícias que moveram o dia
Fatos e comunicados CVM (empresas brasileiras)
| Empresa | O que saiu |
|---|---|
| Itaú (ITUB4) | Venceu a licitação da folha de pagamentos de Minas Gerais: contrato de R$ 2,188 bi, 5 anos, ~670 mil servidores (comunicado às 18h30) |
| Raízen (RAIZ4) | Conselho Fiscal opinou favoravelmente às demonstrações do exercício encerrado em mar/26; plano de recuperação extrajudicial protocolado em 05/06 com apoio de credores |
| Ferbasa (FESA4) | Nota de esclarecimento: recurso aprovado pelo BNDES via linha Fundo Clima, captação pendente de trâmites |
| Espaçolaser (ESPA3) | Encerrada oferta secundária do Magnólia FIP: 6,1 mi de ações a R$ 6,30 (R$ 38,5 mi), restrita a profissionais |
| Tegma (TGMA3) | Conselho aprovou abertura de filiais e R$ 26 mi em investimentos em imóveis na Bahia e no Ceará |
| Cosan (CSAN3) | Publicou o Relatório Integrado 2025 |
Manchetes do pregão
- Petrobras: Nova Engevix e Powerchina vencem três lotes de R$ 1,8 bi para a retomada da UFN-III em Três Lagoas (Reuters, 15h43); estatal também lançou seleção cultural recorde de R$ 270 mi.
- Oncoclínicas: derrota dos minoritários na CVM libera o maior acionista individual de OPA antes da assembleia sobre R$ 1,5 bi em dívidas (UOL, 16h05) — ONCO3 −9,76%.
- ByteDance constrói no Brasil seu maior complexo de data centers fora da China (Bloomberg, 17h50).
- Aço: Brasil critica novas restrições da UE e cobra compensações (Agência Brasil, 18h15).
- Eleições: pesquisa mostra Lula com 6,5 pontos de vantagem sobre Flávio Bolsonaro; exterior reage com cautela (Reuters, 07h55).
- Inflação: Fazenda deve elevar a projeção oficial do IPCA 2026 para acima de 4,5% por efeito do El Niño (UOL, 17h50).
- Macro EUA: ADP cria 98 mil vagas (vs 118 mil esperadas); ISM industrial desacelera a 53,3; GDPNow do 2º tri cai a 1,2%. No Brasil, o PMI industrial voltou a expandir: 50,8 em junho (49,1 em maio).
- PEC 6x1 em debate no Senado: empresários atacam, sindicatos e governo defendem (Agência Brasil, 13h45).
Sem balanços relevantes (ITR/DFP) divulgados no dia.
Fechamento & radar
- Descolamento defensivo — o IBOV caiu 0,19% num dia de Nasdaq −1,5% e Nikkei −2%: ITUB4 (+101,7 pts) e saneamento seguraram o índice contra elétricas e consumo, com o minério (+1,7%) na contramão do petróleo (−2,7%).
- Juros no radar de novo — curva DI abriu 8–16 bps do miolo pra ponta com Treasury a 4,48%, Focus já em Selic 14,00% para o fim de 2026 e Fazenda sinalizando IPCA oficial acima de 4,5%; o consumo cíclico pagou a conta.
- Proteção em alta — Put/Call por volume em 2,76 (percentil 89 de 119 pregões) e giro anômalo concentrado (CXSE3 comprada 8,8× o padrão × BBSE3 vendida 3,1×): posicionamento defensivo na véspera do payroll.
| Quando | Evento | Relevância |
|---|---|---|
| Hoje, 19h15 | Discurso do presidente dos EUA (pós-fechamento) | alta |
| Qui 02/07, 09h00 | IPC-Fipe de junho (BR) | média |
| Qui 02/07, 12h30 | Payroll de junho (EUA) — consenso 114 mil (maio: 172 mil); desemprego 4,3%; salário médio +0,3% m/m; jobless claims | alta |
| Qui 02/07, 14h00 | Encomendas à indústria de maio (EUA) — consenso −1,7% | média |
| Sex 03/07, 12h00 | Produção industrial de maio (BR) | alta |
| Sex 03/07, 13h00 | PMI composto de junho (BR) | média |
| Sex 03/07 | AGO São Martinho (SMTO3) | corporativo |
| Ter 07/07 | Sequoia (SEQL3): resultado do 1T26 + AGO | corporativo |
O payroll americano de amanhã é o evento da semana: com ADP fraco e GDPNow em 1,2%, uma leitura abaixo do consenso reforça o viés de flexibilização do Fed — e mexe com dólar, Treasuries e, por tabela, com a curva de DI que hoje abriu. Na sexta, a produção industrial de maio testa a história de desaceleração doméstica que o COPOM usou para justificar o ciclo de calibração.